Mudanças são sempre um processo complicado, embora muitas vezes necessário. Como reformular uma ideia sem descaracterizá-la ou estragar tudo aquilo que já foi feito até então? Com jogos, isso é ainda mais complicado, já que os fatores apelo comercial e base de fãs entram na equação para deixar o trabalho dos responsáveis por essas reformulações ainda mais difícil.

E foi exatamente esse o desafio que a Ninja Theory aceitou ao assumir o desenvolvimento de DmC: Devil May Cry, o game que iria "atualizar" o universo que colocou Dante e Vergil no panteão dos personagens icônicos. No entanto, com uma série de propostas ousadas — incluindo um novo visual para o protagonista —, a empresa teve de encarar a ira dos fãs, que reagiram muito mal aos novos conceitos.

Porém, isso não fez com que o projeto fosse reestruturado. Acreditando em sua ideia, a produtora deu continuidade ao polêmico reboot, que finalmente chega ao PlayStation 3 e Xbox 360. E contrariando todas as previsões pessimistas, o novo game não apenas consegue fazer jus a tudo aquilo que a série Devil May Cry apresentou até agora como ainda melhorou muitos aspectos, trazendo um jogo incrivelmente divertido e frenético.

Quase como um tapa na cara dos “xiitas”, o novo Dante vem para mostrar que nem todas as mudanças são motivo para pânico e que há boas intenções por trás do novo penteado.




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